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O que é MORA - Terapia

No início da década de 70 o médico alemão Franz Morell e o engenheiro eletrônico Eric Rasch, baseados nos princípios do eletromagnetismo corporal, desenvolveram uma terapia que utiliza a própria oscilação do organismo (ultra fine electromagnetic oscillation). Os autores a nomearam de MORA - Terapia ( MO de Morell e RA de Rasch). Com o desenvolvimento desta terapia e a adesão de vários estudiosos e pesquisadores, ela foi ganhando novas denominações como terapia de Biorressonância, Terapia de Bioinformação, medicina Biocibernética, etc.

O que é a MORA - Terapia?

MORA - Terapia é um método a englobar a diagnose e a terapia que utiliza a "oscilação eletromagnética ultrafina" do próprio paciente.

Durante mais de vinte anos de pesquisas, conduzidas por conhecidos cientistas da Alemanha e de outros países, se chegou a conclusão de que cada indivíduo possui um único espectro de "oscilação eletromagnética ultrafina" que pode ser eletronicamente percebida, processada e então utilizada como terapia.

Hoje em dia, é sabido que os processos químicos do corpo humano e dos animais, são controlados por "informações" veiculadas por essas oscilações. Os órgãos e as células possuem espectro de oscilações característicos, que são ao mesmo tempo únicas à cada indivíduo. As oscilações eletromagnéticas relacionadas à MORA - Terapia podem ser comparadas ( mas são diferentes por serem muito débeis) aos impulsos (ondas) detectados no Eletrocardiograma ou Eletroencefalograma.

O dano ou o distúrbio de qualquer tipo do organismo, pode alterar o meio interno. Assim, as funções bioquímicas e biofísicas são afetadas e surge o adoecimento.

Por exemplo, substâncias tóxicas como os metais pesados que contaminam alimentos, água e o ambiente, não apenas afetam o processo fisicoquimico, mas, sobretudo, o processo regulatório/informacional do organismo por comprometer as oscilações ultrafinas.

Distúrbios funcionais ocorrem sempre que o delicado processo de bioinformação sofre a interferência forte de oscilações patológicas. Essas alterações podem, eventualmente, causar manifestações físicas, se o organismo não for capaz de compensá-las.

Dr. Morell teve a brilhante idéia de eliminar especificamente essas alterações interferentes com a utilização da própria "imagem em espelho" da oscilação patológica, sem afetar o organismo e facilitando o processo de auto-cura .

A MORA - Terapia não é:

MORA - Terapia não é eletroterapia, como não é nenhum tipo de terapia por radiação. Não é também nenhum tipo de método de tratamento paranormal. Seu efeito tem a ver com um processo de indução. A MORA - Terapia faz uso das recentes e comprovadas descobertas do campo da biofisica.

Tratamento com Equipamento MORA

O paciente usualmente recebe o tratamento via eletrodos em mãos e pés. O tratamento com o equipamento mais avançado - MORA-Super - utiliza frequentemente as duas mãos e os dois pés simultaneamente.

A oscilação do paciente entra e sai do equipamento via eletrodos e cabos da mesma forma que os impulsos entram num equipamento de eletrocardiograma ou eletroencefalograma. Eletrodos especiais podem ser usados para captar impulsos em áreas cutâneas dolorosas.

O equipamento MORA é capaz de determinar através de um filtro biológico ativo, que parcela de um espectro individual de informação micromagnetica, proporcionará a terapia mais benéfica em um ponto particular.

As forças regulatórias debilitadas do organismo são então fortalecidas via amplificação e espectros oscilatórios adequados.

Oscilações problemáticas dos acúmulos de metais pesados ou alimentos "não metabolizados informacionalmente", por exemplo, são invertidas como uma imagem em espelho, e retornam nessa forma ao paciente. Desse modo, as oscilações patológicas que perturbavam o organismo são reduzidas, ou mesmo eliminadas por meio da sua própria oscilação invertida, produzida pelo equipamentoMORA.

O paciente é tratado exclusivamente com sua própria e específica oscilação individual, que está presente naquele determinado momento. Em nenhum momento da terapia se adiciona energias ou substâncias externas.

Geralmente, durante o primeiro estágio do tratamento (chamado de terapia básica), todo o corpo é harmonizado. No segundo passo do tratamento, as áreas afetadas , como as áreas dolorosas, são abordadas.. O set de equipamentos para o segundo passo são ajustados de acordo com o problema, e eletrodos especiais são usados. Algumas vezes o eletrodo MORA-Active ou o eletrodo de prova, podem ser usados para contatar, via campo magnético, oscilações patológicas de órgãos na profundidade do corpo.. A avaliação e o progresso da terapia podem ser monitorados pela medição dos pontos de acupuntura. Alterações dos sintomas e nos testes laboratoriais virão em seguida.

Terapia sem Efeitos Colaterais

Muitos pacientes sentem uma melhora imediata após o primeiro tratamento. Entretanto, é possível que o corpo tenha primeiro que eliminar a sobrecarga tóxica, no inicio do tratamento, para depois se sentir a melhora. Esses depósitos tóxicos devem ser eliminados o mais rápido possível, mas isto leva algum tempo nos pacientes crônicos. A liberação desses depósitos podem algumas vezes levar a agravações semelhantes ao tratamento homeopático. Isto não é sinal de que o tratamento não está adequado. É simplesmente um estágio temporário da desentoxicação.. A forma mais fácil de minimizar este efeito, é ingerir grande quantidade de água pura, com baixo conteúdo mineral. É também importante a desentoxicação via pele (banhos quentes, escovação e sauna), e via intestinal. Em poucos casos serão necessárias medidas adicionais.

Em muitos casos ( e.g. como inflamações agudas, infecções, dores e certas intoxicações) uma única seção terapêutica será suficiente para mobilizar o processo de auto-cura. Nos casos crônicos serão necessárias seções adicionais.

Indicações

Em princípio, todos os tipos de adoecimentos podem ser tratados com sucesso com a MORA - Terapia, se ainda não ocorreu destruição irreversível dos tecidos. A terapia tem se mostrado especialmente exitosa nas alergias, intolerância alimentar, intoxicações ambientais, distúrbios circulatórios funcionais, dores agudas e crônicas, inflamações, pré e pós-operatório, distúrbios metabólicos e psicossomáticos, e na determinação de compatibilidade de materiais dentários.

MORA - Terapia oferece ao paciente não apenas o teste de materiais dentários, mas tem se demonstrado efetiva na remoção da intoxicação por amálgama. Além disso, campos de interferência inflamatórios originários nos dentes tem sido responsáveis por distúrbios sistêmicos. Isto pode acontecer por distúrbios nos dentes, nas gengivas ou em órgãos internos cronicamente inflamados. . Mesmo nos casos de doença avançada uma melhora nos sintomas pode ser obtida. A aplicação da MORA - Terapia não é capaz de trazer qualquer dano ao organismo.

Em Resumo:

MORA - Terapia está, primeiro e acima de tudo, orientada par reduzir e eliminar as oscilações eletromagnéticas patológicas ultrafinas, favorecendo, assim, o processo de auto-cura do organismo

MORA - Terapia não possui efeitos colaterais. Sua aplicação é isenta de problemas, sendo especialmente indicada para as crianças.

MORA - Terapia é extremamente versátil, sendo aplicada à qualquer doença ou distúrbio, seja orgânico ou funcional, agudo ou crônico, no início ou avançado.

(Tradução e adaptação de Eduardo Almeida do original alemão : "O que é Mora - Terapia" de Eva Rasch)

Princípios Físicos da Mora-Terapia

Por Erich Rasche

As ondas eletromagnéticas são as forças mais importantes existentes na natureza. Elas influenciam no metabolismo, no crescimento, na liberação dos hormônios e na dor. Em suma, em todos os fenômenos físicos da vida.

É recente a descoberta de que os processos bioquímicos estão submetidos ao campo eletromagnético e à freqüência de onda, apesar de ainda não existir um consenso mais amplo sobre isso. O corpo ainda é visto como uma máquina de combustão e suas funções determinadas por processos bioquímicos.

Já em 1936, Gustav Stromberg, um astrônomo do Observatório de Monte Wilson e biólogo do Instituto Carnegie de Washington, apresentou em seu livro " A Alma do Universo" teses bem elaboradas de acordo com as quais a estrutura e o desenvolvimento dos seres vivos estariam ligados a um determinado "sistema de ondas imateriais", que ele chamou de "campo vivo". Este campo teria a capacidade de formar agregados de moléculas extremamente complexos e transformá-los em matéria viva.

Da mesma forma, ficou sem consequências práticas uma pesquisa muito dispendiosa realizada nos EUA sob a direção do Prof. Burr, da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale. O resultado deste trabalho, que contou com a colaboração de cientistas de universidades, exército e marinha de 1940 a 1945, pode ser resumido em um curto parágrafo:
"Todo organismo vivo possui campos elétricos e, consequentemente, campos magnéticos de natureza complexa. Esses campos desaparecem completamente com a morte./1,2,3/"

Através dos estudos de fenômenos físicos em que as irradiações são medidas experimentalmente, pode-se provar que sistemas biológicos e matérias emitem irradiações eletromagnéticas. Pesquisas e experiências nesse campo foram realizadas na Alemanha pelo físico Dr. F.A. Popp. Ele conseguiu provar que todo processo biológico conta com a interação do campo eletromagnético.

A medicina clássica contemporânea tem dificuldade de aceitar o corpo como um sistema dual. Ela só considera o que é visível, matéria. Nega a existência de um corpo eletromagnético invisível /5/.

O corpo visível

O corpo visível é formado por ossos, músculos, sistemas de orgãos, interligados por vasos sangüíneos e fibras nervosas. Todas essas partes são formadas por células que, por sua vez, são formadas por proteínas, DNA, RNA, enzimas, coenzimas, como também por inúmeras moléculas e partículas elementares compostas de prótons e elétrons.

A biologia molecular, nas últimas quatro décadas, desenvolveu estudos detalhados nessa direção, e foi capaz de acumular importantes descobertas. A medicina oficial acadêmica está baseada nesse tipo de enfoque e entendimento do corpo sólido, tornando-se, assim, a medicina clássica do nosso tempo.

O Corpo Eletromagnético

O corpo eletromagnético é bastante diferente do corpo sólido. Ao contrário do segundo, está em constante e 
permanente fluxo, com mutação de forma, de localização e de intensidade luminosa de acordo com a condição patológica, fisiológica e psicológica do indivíduo. O corpo eletromagnético é mais complexo que o material. Se tivessemos a possibilidade de visualizá-lo, teriamos uma imagem totalmente diferente.

- Veriamos os chakras em todas as suas cores,
- Veriamos dúzias de meridianos,
- Veriamos centenas de pontos de acupuntura.

Ao contrário do corpo material, sólido, no qual tudo toma uma posição clara, com volume definido e limites determinados, o corpo eletromagnético não tem limites definidos. Entre outras coisas, ele é um sistema de oscilação de campos eletromgnéticos e fótons que permite uma comunicação extremamente rápida e complexa intra e intercelular. Isso garante um permanente intercâmbio de informações, a uma velocidade muito mais alta do que a que sabemos existir na condução das fibras nervosas, na liberação dos hormônios e outras moléculas.

À semelhança das ondas de rádio e TV, os campos eletromagnéticos e os biofotons possuem um potencial de transporte de informações no tempo e no espaço, muito superior, por exemplo, ao das fibras nervosas, ao das moléculas isoladas, ou ao das lentas interações nas superfícies das células nervosas. Desse modo, o corpo eletromagnético é considerado hierarquicamente superior ao corpo sólido, devido aos seu papel na regulação dos estados de saúde e enfermidade.

Quando queremos estudar ou examinar o corpo eletromagnético, ao contrário do corpo sólido, nos deparamos com inúmeros problemas.

O corpo eletromagnético é invisível, não está sujeito a nossa percepção direta. Apesar de vivermos em um ambiente pleno de ondas eletromagnéticas (rádio, TV, telefonia sem fio, etc.), ainda não nos foi possível obter uma imagem das mesmas, embora possamos construí-la em nossa imaginação. Essa é a base de um problema não solucionado tanto na biologia quanto na medicina contemporânea.

A situação em que se encontram a biologia e a medicina hoje é a mesma da física no século passado. Naquele tempo, ninguém acreditava nas ondas eletromagnéticas do rádio, embora o meio ambiente estivesse cheio delas. Hoje somos obrigados a aceitar sua existência porque podemos, por exemplo, ouví-las através da radiofonia.

Faraday: descobriu a relação entre eletricidade e eletromagnetismo

Maxwell: previu a existência de campos eletromagnéticos e sua dinâmica .

Marconi: Inventou o telégrafo e comprovou a existência de campos eletromagnéticos na prática.

Atualmente, quase todos acreditam na existência de ondas eletromagnéticas/4/.

Se as ondas eletromagnéticas existem e suas emanações podem ser medidas e utilizadas tecnicamente, sua transmissão pode ser usada em benefício do corpo eletromagnético de animais e seres humanos.

Baseado nos reconhecidos fenômenos acima descritos, o médico Franz Morel e o engenheiro Erich Rasche desenvolveram, em 1975, o sistema TSE (Teste Emissor-Receptor), um aparelho capaz de realizar a transmissão eletrônica de campos eletromagnéticos de medicamentos, através de medições por eletroacupuntura (como um emissor e receptor de rádio). Portanto, uma ponte de comunicação entre o medicamento e o aparelho de medição de eletroacupuntura.
Os experimentos não tardaram a demonstrar que seria possível alcançar efeitos terapêuticos em seres humanos, ao se manipular as informações próprias dos medicamentos. Um experimento realizado simultaneamente, comprovou que, através de um filtro eletrônico seria possível selecionar informações de medicamentos, modificar o seu padrão, e fazer com que atuassem no organismo como os medicamentos homeopáticos em diferentes potências.

Conclusão: se os medicamentos contêm oscilações eletromagnéticas (informações) específicas, que influenciam terapeuticamente o corpo humano, podemos concluir que todo ser vivo possui um sistema eletromagnético de informação.

Os pontos de acupuntura não podem ser considerados apenas como áreas de condutividade elétrica diferenciadas. Tais pontos também emitem oscilações órgão-específicas, que refletem a situação energética dos respectivos órgãos. Essa correlação energética originária da medicina asiática é a base da MORA-Terapia.

A MORA-Terapia foi a primeira terapia a colocar em prática as teorias de Stromberg e as conclusões de Burr no ano de 1945.

Como funciona tecnicamente a Mora-Terapia?
Com o eletrodo apropriado (pode ser de mão, de pé, de ponto, ou um eletrodo flexível de superfície), as micro informações eletromagnéticas do corpo são transmitidas a um amplificador eletrônico altamente sensível. 
Os sinais eletromagnéticos são desmembrados opticamente, para que não ocorra corrente galvânica no momento em que o sinal é enviado de volta ao paciente.

Após o desmembramento galvânico o sinal é enviado a um amplificador através de estágios de filtros eletrônicos ativos, que podem ser ligados (comutados) em fase de alta ou baixa frequência (semelhante às potências homeopáticas alta e baixa). A frequência do filtro pode ser ajustada desde valores próximo de zero até altas frequências. Além da amplificação, o sinal pode ser fase invertido em 180 graus (imagem em espelho) e ampliado ou atenuado.

O sinal fase invertido ao retornar ao corpo, promove a extinção das microforças de atração eletromagnética entre as moléculas, e.g. a ligação de metais pesados aos tecidos e consequente limitação de sua capacidade de autoregulação. Essa influência é mais efetivamente eliminada, quando se coloca o metal pesado que está sobrecarregando o organismo no beaker (recipiente magnético) de entrada do aparelho e, assim, suas microoscilações eletromagnéticas são transformadas (fase invertida) em oscilações terapêuticas.

Tal hipótese pode ser corretamente comprovada pelo claro sucesso das terapias. A pergunta: "O que acontece com as informações benéficas que mantêm o equilíbrio orgânico, quando essas oscilações são invertidas?" No atual estágio de conhecimento ainda não se encontrou uma resposta satisfatória. Quando se oferece ao corpo uma determinada frequência sem a certeza de sua exata necessidade, trabalha-se com um modelo semelhante ao dos medicamentos homeopáticos: parece que o organismo retira apenas as oscilações benéficas. De modo semelhante, no caso da MORA-terapia o corpo parece selecionar apenas as frequências de oscilação que ele necessita, de acordo com o princípio da ressonância das partículas elementares/6/.

A contínua evolução dos aparelhos de MORA-terapia permitiu a separação de informações oscilatórias benéficas das prejudiciais que sobrecarregam o organismo. Usando a experiência da aplicação dos conceitos acima, fomos encontrando respostas para a questão da inversão das informações benéficas.
1. As oscilações de frequências eletromagnéticas produzidas por interações de oscilações de partículas similares, não cobrem uma faixa de frequência ampla - se manifestam como frequências discretas.
2. Partículas não semelhantes produzem faixa de frequências variáveis, que de matéria para matéria dentro de um espectro amplo de frequência. 
3. Pode se contruir instrumentos eletromagnéticos para agir como circuitos oscilatórios. Esse é o caso da tecnologia do rádio, etc., ou seja, um circuito de extração semelhante à técnica eletrônica de alta frequência. Nesse caso, materiais, como a ferrita, por exemplo, possuem determinadas ressonâncias caracteristicas, que podem ser usadas como base central do circuito elétrico da bobina. Tais materiais extraem energia do circuito osciltório da bobina quando sua própria frequência de ressonância é encontrada, e a oscilação é absorvida. Essa energia é transformada, principalmente em calor.

O organismo apresenta discretas oscilações de frequências provenientes de oscilações moleculares, cujas frequências são determinadas pela intensidade das forças intermoleculares.

A hemoglobina, por exemplo, apresenta uma determinada frequência no sangue saudável. Em casos de enfermidades, alteram-se os espaços macromoleculares e, consequentemente as frequências. Tais alterações podem ser constatadas em cortes histológicos e patológicos (biópsias) com o auxílio de um microscópio eletrônico.. Nesse caso, a hemoglobina poderia ser tomada como molécula de ressonância para o sangue saudável.

O filtro molecular ou circuito de oscilação molecular de largo espectro empregado em nossos aparelhos de MORA-terapia contêm as chamadas moléculas-scanner, formadas por complexos de substâncias orgânicas e inorgânicas, que por sua vez, diferem tanto qualitativa quanto quantitativamente umas das outras. São moléculas-scanner fisiológicas que só entram em ressonância com moléculas que sejam parte natural do organismo. O mecanismo de ação e, por conseguinte, o efeito de separação se baseia nas frequências de ressonância dos spins nucleares de partículas elementares, tais como protons , eletrons e neutrons. Não havendo agregados de moléculas para desempenhar o papel de molécula-scanner, não poderá haver ressonância e, consequentemente, não haverá, também, separação fisiológica. Informações prejudiciais, como cadmo ou mercúrio não aparecem no papel de molécula-scanner, não podendo, portanto, ser reconhecidas como fisiológicas. O processamento dos componentes de informação separados ocorre de maneira puramente matemática-eletrônica através de amplificadores operacionais analógicos.

Denominamos os componentes de informações saudáveis ao organismo, como fisiológicas e, portanto, componentes harmônicos (H) Esses abrangem todo o sistema de balanço mineral, enzimas, coenzimas, elementos-traços, leveduras e , logicamente, todas as vitaminas. Os componentes H atuam no circuito terapêutico dando resposta afirmativa (feed back positivo). Os componentes de informações tóxicas, aqueles que sobrecarregam o organismo, são invertidos, portanto, neutralizados e enviados de volta ao organismo. Esses são designados por D barra - componentes desarmônicos..

Na prática, as oscilações podem ser amplificadas ou atenuadas isoladamente, independente umas das outras. Assim, podemos, por exemplo, desligar H (fisiológico) e amplificar somente o D (desarmônico/prejudicial). Nesse caso, o efeito terapêutico é semelhante ao de um autonosódio.

O mecanismo que regula a intensidade e a qualidade de H e D barra nas oscilações terapêuticas, se ajustam automaticamente à condição do paciente. O conceito de circuito terapêutico em feed back, também auxilia a demonstrar que a aplicação de D barra promove o alívio da sobrecarga orgânica, e a aplicação de H fortalece o organismo. Qualquer alteração no estado do organismo provocada pela terapia, é imediatamente detectada, desencadeando a adaptação automática do tratamento à condição atual do indivíduo.

Ao contrário dos processos terapêuticos auto-isopáticos bioquímicos, tais como a terapia com o próprio sangue ou com a própria urina, os processos auto-isopáticos biofísicos apresentam a vantagem de estarem continuamente se adaptando à condição momentânea do paciente.

As condições coloidal e celular do paciente determinam o auto-ajuste terapêutico comandado pelo circuito automático de controle. Portanto, alta condutibilidade do sistema humoral significa numa baixa estimulação da ressonância entre o paciente e o aparelho MORA e vice-versa..

Os sucessos terapêuticos não se dão apenas pela facilitação e restabelecimento dos processos biológicos vitais do organismo. Eles são também devidos aos tratamentos complementares que ajudam e aceleram o demais métodos holísticos.

Parar é regredir! A firma Med-Tronik conta desde o início com um laboratório equipado com a mais moderna aparelhagem de pesquisa e desenvolvimento, pois tem em sua direção técnica um dos fundadores da MORA-terapia. Ali foi lançada, em 1987, a pedra fundamental para o desenvolvimento de um novo aparelho de MORA-terapia. Este novo aparelho conta, não somente, com a genial idéia do Dr. Morel de anular informações prejudiciais, através da inversão das mesmas (imagem em espelho), mas engloba, também, regras da homeopatia e o clássico padrão YIN e YANG da medicina chinesa , que tem mais 5000 anos.

Sob o nome de MORA-Super foi desenvolvido um aparelho de alta tecnologia, com dois canais, software controlado, capaz de oferecer todas as possibilidades de diagnóstico e terapia.

O sucesso da terapia dispensa maiores explicações. A nova possibilidade terapêutica por dois canais acessa simultâneamente a fase aguda de uma enfermidade e a situação crônica do paciente. Um sistema de diagnóstico completamente automático avalia o equilíbrio YIN e YANG e as ressonâncias do organismo logo no início, e o regula a cada passo da terapia, numa série de ajustes também automáticos. .

Essa foi uma pequena amostra das inúmeras possibilidades que o MORA-Super oferece. A monografia " A Nova Mora-Terapia" (disponível em Inglês e Alemão), explica detalhadamente aos interessados todas as possibilidades disponibilizadas pelo MORA-Super.

A última inovação da MedTronik foi a técnica de gravação digital de informações de medicamentos homeopáticos, para serem usadas como kits de testes, que funciona como a substância original. Aqui, também, como em 1983, a firma MedTronik abriu um novo caminho para técnicas futuras de diagnóstico, se firmando como a líder em tecnologia do futuro na diagnose e terapêutica.

E ainda tem mais. Sem a necessidade de aquisição de novos aparelhos, o terapeuta pode se manter a par dos últimos resultados das pesquisas. As novas gerações de aparelhos para diagnóstico e terapias da firma MedTronik, são controlados por software, ie. são controlados pela inteligência, e podem ser reprogramados no futuro. As novas conquistas não exigem a aquisição de novos aparelhos (hardware) . Com a atualização da inteligência os proprietários do Mora-Super estarão sempre no top do progresso.

Erich Rasche
Criador junto com o Dr Morel da Mora-terapia

Referências:
[1] Lectures by Morell-Rasche, June 1975, Sptember 1976 in Baden-Baden and
Freudenstadt
[2] Lecture by Dr. Morell, ZDN-conference
at Essen 1987
[3] MORA-Therapy - concept and practice,
Dr. F. Morell, 1987
[4] The electromagnetic body and regulation medicine; a lecture by Prof. Dr. Chang-Lin Zhang, Open Laboratory of the UB, University Hangzhon (China)
[5] New horizons in medicine, Popp, 1983
[6] Electronic homeopathy, E. Rasche 1993